1 mês ago · Updated 1 mês ago
Pacientes oncológicos enfrentam atrasos no tratamento devido a um aparelho de radioterapia no HC Unicamp, localizado em Campinas, que está inoperante há cerca de doze dias. A falha no equipamento interrompeu as sessões de diversas pessoas que dependem do sistema público de saúde, gerando angústia entre familiares e doentes.
O hospital universitário conta com duas máquinas para esse tipo de procedimento, mas apenas uma segue em funcionamento. Segundo relatos de funcionários e acompanhantes, a administração informou que o conserto depende de uma peça importada dos Estados Unidos, com previsão de chegada apenas para a próxima segunda-feira, dia 27.
O impacto da paralisação é significativo para quem luta contra o câncer, como um idoso de mais de 70 anos que teve seu ciclo de 33 sessões suspenso após concluir 24 etapas. A equipe médica garantiu que os pacientes afetados terão o tratamento compensado para não comprometer a recuperação.
| O que acontece | Quando | Onde | Por que importa |
|---|---|---|---|
| Aparelho de radioterapia quebrado | Há cerca de 12 dias | HC da Unicamp, Campinas | Atraso no tratamento oncológico de pacientes |
| Chegada de peça importada | Segunda-feira (27) | Estados Unidos para o Brasil | Permitirá o conserto da máquina e retomada das sessões |
Impacto na rotina dos pacientes
A suspensão dos procedimentos gera incerteza para quem enfrenta doenças graves. Um paciente com câncer na garganta, que preferiu não se identificar, relatou a aflição de ver os dias passarem sem a continuidade do tratamento. Ele já havia completado grande parte do ciclo previsto antes da interrupção inesperada.
Familiares também demonstram preocupação com a demora na resolução do problema técnico. A filha do idoso afetado afirmou ter procurado a ouvidoria da instituição de saúde, mas recebeu apenas a justificativa de que é necessário aguardar a chegada do componente internacional para que o técnico realize a manutenção.
Medidas adotadas pelo hospital
Para mitigar os prejuízos, a unidade de saúde precisou reorganizar o fluxo de atendimento diário. Parte dos pacientes foi remanejada para a segunda máquina que continua operando normalmente no complexo hospitalar, tentando evitar a paralisação total dos serviços essenciais de oncologia oferecidos à população da região.
As principais ações informadas para contornar a crise no setor de oncologia incluem:
- Remanejamento interno: Transferência de parte dos doentes para o equipamento que segue ativo.
- Compensação de sessões: Garantia da equipe médica de que o tempo perdido será reposto.
- Importação emergencial: Aquisição da peça de reposição vinda do exterior para o conserto.
Contexto regional e infraestrutura
Enquanto a área da saúde lida com desafios técnicos, outros setores de Campinas também passam por adequações. Na área de mobilidade urbana, a prefeitura informou que a Emdec realiza operação de trânsito para organizar o fluxo viário na região do Chapadão, buscando melhorar a segurança dos motoristas.
A segurança é um tema recorrente na região metropolitana, inclusive no setor aéreo. Recentemente, um áudio enviado a piloto mostra rotina para não relatar panes na Voepass, evidenciando a importância de manutenções rigorosas em equipamentos complexos, sejam eles aviões comerciais ou máquinas hospitalares de alta precisão.
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